Mostrando postagens com marcador Religião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Religião. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de abril de 2010

Feliz Páscoa!!!

Oi pessoal,

Vim desejar a vocês uma feliz páscoa e, mais que isso, apresentá-los estes texto belíssimo que fala sobre a verdadeira quessurreição que sempre deve acontecer em cada um de nós... Boa Leitura:

Formações

Imagem de Destaque

Viver, reviver e ressignificar!

Quando quero viver o novo, tudo também se renova

Neste tempo de Páscoa, do memorial da Paixão de Cristo, tão cheia de significados e mistérios, remeto-me aos pensamentos daquelas pessoas que me procuram no consultório ou mesmo em conversas informais, e-mails e comentários no blog para falar de suas angústias e da vontade de viver o novo.

Viver o novo, muitas vezes, é reviver, mesmo que emocionalmente, aquelas dores que nos consumiram por um tempo, mas das quais temos de tirar apenas as lições necessárias para seguirmos em frente. Com isto, não quero que pense que estou dispensando seu sofrimento; muito contrário disto, quero que você faça comigo uma reflexão sobre aquilo que você é, aquilo que pensa, o que viveu e que gostaria de retomar na Páscoa da sua vida.

Viver a novidade da Páscoa é ressignificar, ou seja, dar um novo significado aos seus caminhos com um intenso desejo de transformar sua vida. Se você trazia consigo mágoas e ressentimentos, por que não perdoar? Por que não dar uma nova chance àquela amizade que você achava perdida? Por que não ressuscitar aquele casamento que você nem tinha mais esperança de retomar?

Se falamos da misericórdia de Deus, aceite que Ele, na figura do sacerdote, perdoe suas faltas; aceite de fato o perdão em sua vida. Temos memória, por isso não vamos nos esquecer das situações, mas não façamos delas um marco de dor e de autocondenação eterna em nossas vidas.

Se você busca converter-se daquilo que não gosta em sua vida, dos comportamentos dos quais você quer se livrar, siga um firme propósito, mas não tente fugir ou agir com comportamentos de fuga na primeira dificuldade. Pode ser difícil, pois a estrada terá muitas pedras, mas você colherá frutos saborosos ao prosseguir neste caminho. E é aí, bem neste ponto, que entra a sua fé n'Aquele que o fortalece e dá sustento no caminho. Fé naquele tratamento médico que você faz, mas que, nem sempre, lhe dá tanta confiança; fé que sua perseverança fará com que você encontre um novo trabalho para sustentar você e sua família. No entanto, há também um fator muito importante para que tudo isto ocorra: não adiantará a fé, se você não persistir, perseguir seu alvo.

Não seja expectador da sua própria vida; se está difícil, busque ajuda; se levantar-se é um peso maior do que aquilo que você consegue suportar, erga suas mãos, deixe de lado seu orgulho, peça ajuda. O conforto virá, muitas vezes, de onde menos acreditamos. Não queira resolver todas as suas pendências de uma vez. Organize seus pensamentos, coloque no papel as coisas que gostaria da fazer para viver melhor, coloque prioridades, imagine o passo a passo; não queira que tudo se transforme num piscar de olhos.

Seja, nessa Páscoa, um testemunho de vida nova. Use aquela fé e aquela atitude que, tantas vezes, você incentiva nas pessoas, mas que não tem coragem de assumir para você. Viva intensamente essa Páscoa, não apenas como um evento católico ou uma festa para celebrar e trocar chocolates, viva cada minuto de sua vida como uma verdadeira Páscoa para a vida inteira.

Elaine Ribeiro
psicologia01@cancaonova.com
Elaine Ribeiro, colaboradora da Comunidade Canção Nova, formada em Psicologia Clínica e Pós-Graduada em Gestão de Pessoas

domingo, 7 de março de 2010

Revolution in JESUS

E ai galerinha...

Mais um domingo de quaresma, e eu gostaria de convidar todos vocês a refletir um pouco. Como anda nossa vida ultimamente? O que você tem feito com suas atitudes, suas palavras, seu corpo, sua vida? Esse é o momento de reflexão que todo o cristão deve se submeter a cada momento de sua existência. Por isso, lhes dou uma dica: Viva o hoje intensamente, e se entregue a vontade de Deus, porque o seu amor nos faz livres...

UMA ÓTIMA SEMANA PRA VOCÊ...

http://sp9.fotolog.com/photo/25/31/120/_naiarinha/1224950962884_f.jpg

segunda-feira, 1 de março de 2010

Vamos falar de dinheiro?

E Ai galerinha que acompanha o meu blog...

Hoje é dia 1° de março, e eu queria começar este mês com uma reflexão sobre "Economia e vida", que é o tema proposto pela CNBB para a Campanha da Fraternidade de 2010. Esse matéria que vocês veem abaixo foi retirada do site da Canção Nova e nos faz refletir sobre o valor que atribuímos ao dinheiro em nossas vidas. Confiram:

Formações

Imagem de Destaque

Vamos falar de dinheiro?

É preciso colocar a vida em primeiro lugar

A Quaresma, como sabemos, é um tempo propício para a nossa conversão, um período de renovação espiritual. Um tempo para "rever a vida", abandonar o que nos faz mal e viver o que Jesus recomendou: "Vigiai e orai, porque o espírito é forte, mas a carne é fraca".

Para nos ajudar ainda mais nesse período de conversão, revisão e renovação, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) incorporou, na Quaresma, a Campanha da Fraternidade (CF). Para aproveitarmos esse tempo forte de espiritualidade de forma melhor, a CF nos apresenta um tema específico para que, dessa forma, colhamos frutos bem práticos desse período de penitência e de conversão.

Neste ano a Campanha da Fraternidade nos propõe o tema: "Economia e Vida". E o lema: "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro". Um assunto fundamental e que precisa ser colocado em pauta, não somente por causa das crises econômicas no mundo, mas por causa das propostas de mercado existentes e também para refletirmos como nós cristãos lidamos com nosso dinheiro no dia a dia.

Para muitas pessoas é um drama relacionar a vida de fé com a vida financeira. E para nos ajudar, a CNBB, juntamente com as demais Igrejas do CONIC, nos apresenta estratégias para trabalharmos esse assunto de modo mais eficiente, especialmente nesse período quaresmal. Vamos a elas.

Denunciar: mostrar abertamente os modelos econômicos que visam acima de tudo o lucro e não levam em consideração a vida das pessoas. É preciso denunciar as situações nas quais o interesse econômico se sobrepõe à defesa da vida.

Educar: é preciso colocar a vida em primeiro lugar. A economia deve ser colocada à disposição das pessoas e não as pessoas a serviço da economia. E uma educação também no âmbito pessoal. Para lidarmos com dinheiro é preciso responsabilidade e para isso é necessária a educação financeira.

Conclamar: que quer dizer agir. Espalhar essa notícia e convidar a outros tantos para participarem conosco dessa iniciativa. Promover também, por meio de ações políticas, sociais e pessoais situações que favoreçam a solidariedade nas propostas econômicas e o equilíbrio no uso pessoal do dinheiro.

Depois de perceber e demonstrar o que há de errado (denunciar); aprender a como lidarmos corretamente com o dinheiro (educar); resta-nos convidar a outros e agir da melhor maneira em relação à questão financeira (conclamar). Não é difícil. A Campanha da Fraternidade já nos dá as dicas de que passos seguir para entendermos de forma mais profunda e vivermos a nossa relação com o dinheiro segundo a perspectiva da fé cristã.

Que o Espírito Santo nos conceda o dom da coragem para vivermos a penitência quaresmal e ressuscitarmos com Cristo na Páscoa para uma vida nova, inclusive no âmbito financeiro.

Denis Duarte
contato@denisduarte.com
Denis Duarte Especialista em Bíblia e Cientista da Religião.
www.denisduarte.com

24/02/2010 - 08h00

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O moderno é “ficar”!?

Olá Galera....

Segue abaixo um texto muito interessante que achei no blog do Revolução Jesus (que recomendo). Ele fala sobre o "ficar" e o seu real significado. Espero que gostem...


O moderno é “ficar”!?

http://4.bp.blogspot.com/_VkKdZGq7u9Y/SLM-YeF9pYI/AAAAAAAAAWM/JSUhyU-c5D0/s320/castidade.jpg

Namorar parece que se tornou assunto de museu meio fora de moda, coisa antiga, e até mesmo, careta. O moderno é o “ficar”!

Tudo parece mais fácil, as pessoas se encontram mais ou menos, se atraem mais ou menos, se conhecem mais ou menos e ai surgi aqueles beijos (aqui não é mais ou menos não, é sempre mais)! Às vezes nem acontece muita conversa, já se vai logo para o “grande momento”. Em alguns casos de “ficantes” rola ainda um certo “dar satisfações”, retribuir telefonemas ou ficar algumas horas no MSN.

O que pode ou não pode é definido no momento, algo meio 2.0 de acordo com a vontade dos próprios “ficantes”. A duração do “ficar” varia: o tempo de um único beijo, a noite toda, algumas semanas. Ligar no dia seguinte ou procurar o outro não é dever de nenhum dos “ficantes”.

Mas quem fica com você? Quem permanece com você? Será que você já não perdeu alguém que valeria a pena? Será que não brincou e depois percebeu que na verdade em vez de ganhar, perdeu uma chance?E o resultado disso tudo foram mágoas e feridas? E quando bate aquela carência, uma vontade de ter alguém… a pergunta é: Cadê?

Neste texto não caio em moralismo, mas sim em provocação. O que buscamos nestes relacionamentos tão a lá fast food? Não seriamos muito mais que beijos na boca?

Acredito que o verdadeiro amor espera e a vida não é uma roleta russa onde tenho várias tentativas tipo, “a que sobrar é a melhor”. Acredito que o amor é conquista, é tempo, é sentido!

Todo relacionamento deixa marcas. Seja um “ficar” de um dia ou um namoro de cinco anos. Lembro-me ainda do meu primeiro beijo. Um misto de conquista e frustração.

Não seria mais interessante conduzir os sentimentos do que deixá-los me conduzir?

Eu desafio você a não despertar o interesse de uma mulher ou homem enquanto você não tiver interesse de amá-la (o) de se comprometer com ela (e). Quando se fala em dar ou comprometer-se, damos um passo atrás. Nós temos medo. Nós hesitamos.

Como disse o Papa João Paulo II: “A pessoa que não se decide a amar para sempre vai achar muito difícil amar realmente, nem que seja por um só dia”.

Posso parecer antigo, mas sou mais namorar à ficar! Afinal, gosto de coisas que tem valor! Por isso gosto de pessoas, pois as pessoas têm valor!

Castidade é isso, é viver o amor que espera! Espera meu tempo e o tempo do outro!

Por isso te peço pra esperar até semana que vem, quero aprofundar nas conseqüências deste tal “ficar”. Mas deixe seu comentário com suas dúvidas, o que acha afinal de contas o assunto merece uma atenção não é?

Tamu junto!

Adriano Gonçalves (@revolucaojesus)

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Hoje começa a quaresma...

Olá galera...

Hoje, quarta-feira de cinzas, começa o tempo litúrgico quaresmal, em que nos retiramos espiritualmente e refletimos os atos que muitas vezes ferem a vontade de Deus. Neste tempo é tomado pela prática de três esferas cognitivas: O jejum, a caridade e a oração. Abaixo vocês podem ler uma formação ministrada por Dom Eugênio Sales, que nos põe pensar no sentido da quaresma em sua essência:

Formação

Imagem de Destaque

40 dias de reflexão

Vivemos no mundo, mas sem seguir suas orientações

Em um mundo dessacralizado, distante da prática religiosa, percebe-se a influência dos tempos litúrgicos. Embora deformados, o Natal, a Páscoa e outras festividades têm ressonância no ambiente humano. Ainda que seja débil sua repercussão na consciência dos indivíduos, devem ser utilizadas em favor dos objetivos de evangelização, que é levar aos homens a Mensagem de Cristo.

As semanas que antecedem as comemorações da Morte e Ressurreição do Salvador, denominadas “tempo quaresmal”, nos proporcionam ricos ensinamentos, farta e bela semeadura, capaz de, uma vez aproveitada, produzir abundantes frutos espirituais.

Recordam outra “quaresma”, os quarenta dias de Jesus no deserto, preparando-se para sua missão salvífica. Ensina-nos o evangelista Marcos (1, 12-13): “E logo o Espírito o impeliu para o deserto. E ele esteve no deserto quarenta dias, sendo tentado por Satanás e vivia entre as feras e os anjos o serviam”. E Lucas (4, 1-13) completa a descrição mostrando a vitória de Jesus sobre as tentações. Esse fato é revivido pela Igreja a cada ano e isso ocorre, entre outros motivos, pela sua própria natureza. Diz o Vaticano II em “Lumen Gentium” nº8: “A Igreja, reunindo em seu próprio seio os pecadores, ao mesmo tempo santa e sempre na necessidade de purificar-se, busca sem cessar a penitência e a renovação”. Queremos uma Igreja sem mancha nem rugas, embora composta de homens. Isso somente será possível através de uma verdadeira conversão. Exatamente é este o alvo do tempo litúrgico da quaresma.

São seis semanas de preparação para a Páscoa. Ela une profundamente cristãos e judeus. A mesma Sagrada Escritura serve de elemento constitutivo para uns e outros. A diferença é que nós celebramos o que já aconteceu – a vinda do Messias esperado – e vivemos na esperança da vida definitiva no paraíso; os israelitas, na expectativa do Salvador prometido ou o Reino de Deus.

Uma eficaz e condigna celebração da Páscoa se obtém, sobretudo, pela lembrança das exigências do Batismo, a frequência em ouvir a Palavra de Deus, a oração, o jejum e a esmola. A penitência é uma característica desta época. Lamentavelmente, hoje em dia, os cristãos, arrefecidos em sua Fé, esquecem-se desses compromissos.

O Concílio Ecumênico, na Constituição “Sacrosanctum Concilium”, adverte: “A penitência no tempo quaresmal não seja somente interna e individual, mas também externa e social” (nº110). São recomendados também “os exercícios espirituais, as liturgias penitenciais, as peregrinações em sinal de penitência, as privações voluntárias, como o jejum e a esmola, a partilha fraterna (obras caritativas e missionárias)” (Catecismo da Igreja Católica, nº1438).

Esse quadro nos indica o caminho da perfeição, que passa pela Cruz. E lembra o dever da santidade, que, para ser cumprido, exige o esforço. Em consequência, a ascese e a mortificação, fazem parte do plano de Deus a respeito de seus filhos.

O quinto mandamento da Igreja prescreve o jejum e a abstinência. Eles são um meio de dominar os instintos e adquirir a liberdade de coração. Estão presentes também no Código de Direito Canônico (cc 1249 a 1253). O primeiro começa: “Todos os fiéis, cada qual a seu modo, estão obrigados pela lei divina a fazer penitência”. E no seguinte: “Os dias e tempos penitenciais em toda a Igreja são todas as sextas-feiras do ano e o tempo da Quaresma”. No Brasil, a abstinência das sextas-feiras – exceto na Semana Santa – pode ser comutada por “outras formas de penitência, principalmente obras de caridade e exercícios de piedade”.

Este período do ano litúrgico coloca diante de nossos olhos, como imperativo da vida cristã, a conversão – através da penitência. Ora, nós respiramos uma atmosfera visceralmente contrária. Tudo em torno de nós sugere o prazer sem limites, isento de compromisso, um comportamento à margem das exigências oriundas das determinações do Evangelho. Essa maneira de ser penetrou os umbrais sagrados. Assim, pouco se fala do pecado, dos deveres que são substituídos por direitos sem barreiras, de um Cristo despojado de seus ensinamentos, que constrangem a sede ilimitada de liberdade sem peias.

Esta época litúrgica tem muita semelhança com o apelo dos profetas à conversão, e esta, a partir do coração. Tanto é assim que usamos os textos do Antigo Testamento na escuta da Palavra de Deus, dirigida a cada um dos fiéis em nossos dias.

O apelo de Pedro deve repercutir em nossos ouvidos: “Salvai-vos, dizia ele, dessa geração perversa” (Atos 2,40). Vivemos no mundo, mas sem seguir suas orientações. O cristão será sempre alguém que “rema contra a corrente”. Quando encontramos um pregador ou um agente pastoral que teme ensinar a mesma Doutrina de Jesus Cristo ou prefere amenizá-la para não afastar os fiéis, sabemos que não são verdadeiros pastores.

A Quaresma é um tempo propício à reflexão cristã, a uma conversão do coração, a uma prática de penitência, tão distanciada de uma mentalidade moderna à margem do Evangelho, mas que penetrou até nas fileiras dos seguidores de Cristo.

Vivendo os ensinamentos da Igreja neste tempo litúrgico, nos dispomos a receber as graças da Páscoa da Ressurreição.

Dom Eugênio Sales
Arcebispo Emérito do Rio de Janeiro

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Por que o Verbo se fez carne?

E ai pessoal, tudo bem?

Como estamos perto do Natal, nada melhor do que refletirmos sobre o porque da vinda de Jesus a este mundo. Estava dando uma olhadinha no site da Canção Nova e encontrei este texto que achei muito interessante. Leiam e descubram os mitérios da vinda daquele que havia de ser o maior mistério que já habitou neste mundo: Jesus.

Formações

Imagem de Destaque

Por que o Verbo se encarnou?

O maior acontecimento da história

"E o Verbo de Deus se fez carne e habitou entre nós" (João 1, 14).

Deus se fez homem. Na Pessoa do Verbo, Ele assumiu a natureza humana sem abandonar a divina. Foi o maior acontecimento da história.

A fé na Encarnação verdadeira do Filho de Deus é o sinal distintivo da fé cristã: "Nisto reconheceis o Espírito de Deus. Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio na carne é de Deus" (1 Jo 4,2). Esta é a alegre convicção da Igreja desde o seu começo, quando canta "o grande mistério da piedade": "Ele foi manifestado na carne" (1 Tm 3,16).

Mas por que Deus se fez homem? A Igreja nos responde:

1 - “O Verbo se fez carne para salvar-nos, reconciliando-nos com Deus” (Catecismo da Igreja Católica – CIC § 457).

"Foi Ele que nos amou e enviou-nos seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados" (1Jo 4,10). "O Pai enviou seu Filho como o Salvador do mundo" (1 Jo 4,14). "Este apareceu para tirar os pecados" (1 Jo 3,5).

O pecado de toda a humanidade ofendeu a Majestade Infinita de Deus Criador; e nenhum resgate humano seria suficiente para reparar a ofensa contra a Majestade divina. O Catecismo afirma que:

“Nenhum homem, ainda que o mais santo, tinha condições de tomar sobre si os pecados de todos os homens e de se oferecer em sacrifício por todos. A existência em Cristo da Pessoa Divina do Filho, que supera e, ao mesmo tempo, abraça todas as pessoas humanas, e que o constitui Cabeça de toda a humanidade, torna possível seu sacrifício redentor por todos” (CIC § 616).

A morte de Cristo realizou a redenção definitiva dos homens pelo "Cordeiro que tira o pecado do mundo" e reconduziu o homem à comunhão com Deus, reconciliando-o com Ele pelo "Sangue derramado por muitos para remissão dos pecados". Este sacrifício de Cristo é único. Ele realiza e supera todos os sacrifícios. Ele é primeiro um dom do próprio Deus Pai: é o Pai que entrega seu Filho para reconciliar-nos com Ele. É, ao mesmo tempo, oferenda do Filho de Deus feito homem, o qual, livremente e por amor, oferece a vida ao Pai pelo Espírito Santo, para reparar nossa desobediência.

“Como pela desobediência de um só homem todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornarão justos" (Rm 5,19). Por Sua obediência até a morte, Jesus realizou a substituição do Servo Sofredor que "oferece sua vida em sacrifício expiatório", "quando carregava o pecado das multidões", "que Ele justifica levando sobre si o pecado de muitos".

São Gregório de Nissa, Padre da Igreja (†340), explica:

“Doente, nossa natureza precisava ser curada; decaída, ser reerguida; morta, ser ressuscitada. Havíamos perdido a posse do bem, era preciso no-la restituir. Enclausurados nas trevas, era preciso trazer-nos à luz; cativos, esperávamos um salvador; prisioneiros, um socorro; escravos, um libertador. Essas razões eram sem importância? Não eram tais que comoveriam a Deus a ponto de fazê-lo descer até nossa natureza humana para visita-la, uma vez que a humanidade se encontrava em um estado tão miserável e tão infeliz?” (Or. Catech. 15: PG 45,48B).

A Epístola aos Hebreus fala do mesmo mistério:

“Por isso, ao entrar no mundo, ele afirmou: Não quiseste sacrifício e oferenda. Tu, porém, formaste-me um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não foram de teu agrado. Por isso eu digo: Eis-me aqui... para fazer a tua vontade” (Hb 10,5-7, citando Sl 40,7-9 LXX).

2 – "O Verbo se fez carne para que conhecêssemos o amor de Deus" (CIC § 458).

"Nisto manifestou-se o amor de Deus por nós: Deus enviou seu Filho Único ao mundo para que vivamos por Ele" (1 Jo 4,9). "Pois Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho Único, a fim de que todo o que crer nele não pereça, mas tenha a Vida Eterna" (Jo 3,16).

Ninguém mais tem o direito de duvidar do amor de Deus por nós. O que mais o Senhor poderia ter feito por nós? Além de nascer como homem, sujeito às nossas fraquezas, ainda experimentou a morte na cruz.

São Paulo canta o mistério da Encarnação:

“Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus: Ele tinha a condição divina, e não considerou o ser igual a Deus como algo a que se apegar ciosamente. Mas esvaziou-se a si mesmo, assumiu a condição de servo, tomando a semelhança humana. E, achado em figura de homem, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz!” (Fl 2,5-8).

3 – “O Verbo se fez carne para ser nosso modelo de santidade” (CIC § 459).

"Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim..." (Mt 11,29).

"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai a não ser por mim" (Jo 14,6). E o Pai, no monte da Transfiguração, ordena: "Ouvi-o" (Mc 9,7). Pois Ele é o modelo das Bem-aventuranças e a norma da Nova Lei: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" (Jo 15,12). Este amor implica a oferta efetiva de si mesmo em seu seguimento.

4 – “O Verbo se fez carne para tornar-nos "participantes da natureza divina" (II Pd 1,4). (CIC § 460).

Santo Irineu (†202) assim explicou essa verdade:

"Pois esta é a razão pela qual o Verbo se fez homem, e o Filho de Deus, Filho do homem: é para que o homem, entrando em comunhão com o Verbo e recebendo, assim, a filiação divina, se torne filho de Deus" (Adv. Haer., 3,19,1).

São Tomás de Aquino disse: “O Filho Unigênito de Deus, querendo-nos participantes de sua divindade, assumiu nossa natureza para que aquele que se fez homem dos homens fizesse deuses" (Opusc. 57 in festo Corp. Chr.1).

Foto

Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe
Site do autor: www.cleofas.com.br

21/12/2009 - 08h25

sábado, 30 de maio de 2009

Pentecostes está chegando...

http://www.santamaria.org.br/BancoImagens/Imagem_1829.jpg
Amanhã, a nossa Igraja celebra o derramamento do Espírito Santo sobre os apóstolo, e busca revivenciar e renovar os dons que o mesmo proporciona. Todo o nosso carisma provém Dele, assim como nossos mais preciosos dons. Vamos todos louvar e bendizer à Deus pela vinda do paráclito ao nosso auxílio.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Todo Homem é Bom

E ai gente Linda...
Hoje vim dividir com vocês esta linda letra do novo CD de Pe. Fábio de Melo que, se vocês não repararam, é a musica da semana aqui no meu Blog. Só é clicar nesta setinha aí do lado que vocês podem escutar.
A música possui uma letra tão envolvente que nos faz mergulhar dentro de nós mesmo e analisar que as vezes não reparamos que somos todos bons, e só não agimos como tais quando esquecemos que fomos feitos a imagem e semelhança de Deus. Curtam a Letra e a Música:

http://i.s8.com.br/images/cds/cover/img6/21507736_4.jpg

Padre Fábio de Melo - Todo Homem é Bom

Sim, todo homem é bom
Todo humano é bom
Toda face, olhar e matiz
Sim, todo homem é bom
Sendo ele o que for
Forte, fraco, tristonho ou feliz
Todos os pobres, os livres, os nobres
Os feios, os belos, os ricos também
Todos os desesperados
Os esperançosos
Os néscios, os sábios ou não

Todos por certo são bons
Como é bom nosso Pai
Que criou cada jeito de ser
Todo semblante é bom
Todo instante é bom
Quando há vida e quando há viver
Todo o âmago é bom
Toda essência tem dom
De amar, ser reflexo de Deus
Mesmo que o mal ronde perto
E nos faça um deserto
Esse bem ficará
E uma gota do céu cairá

Sim, todo homem é bom
Todo humano é bom
Se ele sabe entregar-se num sim
Todo o sonho é bom e o futuro é bom
Se a esperança caminha aqui
Todo o justo, o crente, o descrente
O que sabe ser gente
E que sente a canção
Todo aquele que é jovem, o que é velho
O que foge do espelho, e o que olha
Nos olhos também

Todo o doente é bom
E também todo são
O que pede, o que dá e o que não
Todo indigente é bom
E também quem tem dom
Que tem tudo ou nada ao sol
Todo alegre é bom
Todo triste também
Se olha a vida e aceita o amor
Todo valente, o covarde, o contente
O sério e o sonhador
Todo sério e o sonhador

Sim, todo homem é bom
Todo humano é bom
Se ele sabe entregar-se num sim
Todo o sonho é bom
E o futuro é bom se a esperança caminha aqui
Todo o que reza, o que pede
O que implora
Aquele que chora e o que vive tão bem
O que separa o erro de quem fez errado
E aos pecados dá fim
E enxerga em verdade o que é bom

Fonte:http://todohomemebom.padrefabiodemelo.letrasdemusicas.com.br/

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Está chegando o pentecostes!!!

Olá pessoal...
Está chegando uma das festas mais comemoradas da igreja católica: O pentecostes.
Nele, comemoramos a chegada da Espírito Santo na Igreja para avivar os corações dos seus componentes. Vamos ler este texto do Monsenhor Jonas Abib sobre o pentecostes:


Dons do Espirito Santo


Monsenhor Jonas Abib
Foto: Flávio Costa/ Foto CN
Pentecostes é a festa do derramamento do Espírito Santo sobre a Igreja. A terceira Pessoa da Santíssima Trindade se manifesta aos fiéis por meio dos dons carismáticos e dos dons de santificação. O fundador da Comunidade Canção Nova, monsenhor Jonas Abib, explica cada um deles:

Dons carismáticos

Dom da fé: Fé é o dom que recebemos no batismo. Não é fé intelectual: "Eu acredito que Jesus pode curar", e só. Não; de tal maneira estou convencido do poder curador do senhor, que minha fé me leva a ser instrumento d'Ele. Tudo isso depende de estarmos no Espírito Santo e permanecermos n'Ele.

Dom da interpretação: Normalmente, nem aquele que fala em línguas nem os outros entendem o que se enuncia. Mas o Senhor, muitas vezes, quer que aquela oração seja de edificação para a comunidade; quer usar o veículo das línguas para falar. Então, Ele dá, à mesma pessoa ou a outra, o dom da interpretação.

Dom da profecia: No dom de línguas, estamos falando a Deus, não aos homens. Mas os homens precisam que a mensagem lhes seja anunciada. Às vezes, temos uma noção errada a respeito da profecia. Pensamos que se trata de adivinhar o futuro. Nada disso: profeta é aquele que fala em nome de Deus, ou melhor, é um instrumento que Ele precisa. Profecia é justamente a palavra que o Pai expressa por intermédio de alguém. Nada a ver com adivinhar o futuro.

Dom da cura:
Não somos nós que curamos; é Jesus. Cristo saiu por todas as partes curando. Da mesma forma, o Espírito quer se manifestar em nós - que somos membros do Corpo do Senhor -, levando cura àqueles que dela precisam. O dom da cura e o dom da fé estão ligados porque acreditamos e oramos pelas pessoas, como Jesus mandou. Tudo se faz em oração, pois é ela que leva à cura.

Dom de línguas: Quando nós somos batizados no Espírito Santo, a primeira coisa da qual nos enchemos é de oração. Ela é a comunicação entre o Pai e o Filho; o Filho que fala ao Pai e o Pai que fala ao Filho. Fornecemos a expressão palpável, mas quem dá o conteúdo, o fogo e a oração é o Espírito Santo.

Dom de milagres: Ligado à cura está o dom dos milagres. O processo de cura é demorado, mas o milagre é imediato. Pela fé carismática, começamos a perceber os milagres acontecendo nas nossas vidas, nos nossos grupos, em nossas comunidades. O que nunca se esperava acontece, o impossível se torna realidade.

Dom do discernimento: Para possuir discernimento, o básico é aprender a ouvir o Senhor; suas emoções, inspirações. Paulo VI destacou em um de seus pronunciamentos: "O dom dos dons para os tempos de hoje é o discernimento". E é mesmo, do contrário somos levados por ventos de várias doutrinas, a mesmo, sem saber para onde vamos.

Palavra de ciência: Quando a palavra de profecia surge espontaneamente nos nossos grupos, especialmente depois da oração, do canto em línguas e do silêncio, esse é um momento muito oportuno para Deus nos dar a palavra de ciência ou de conhecimento. É como um diagnóstico. Deus nos dá um conhecimento que não poderíamos alcançar por nosso próprio esforço. Essa palavra de ciência vem de nós. Chama-se palavra porque nos é dada através de uma expressão, de uma frase, ou de uma imagem. Sua função é indicar algo que o Senhor que fazer.

Palavra de sabedoria: O dom da palavra de sabedoria é um dom doméstico, é a palavra, o pensamento ou ideia que o Senhor nos envia no momento oportuno. Sabedoria e ciência caminham juntas, como dois remos, para conduzir o povo de Deus. Sabedoria aqui não é sabedoria humana; não é cultura, grau de estudo. É a sabedoria que vem do Espírito. E esse dom não nos torna autoridades; não nos habilita a falar grosso, na ponta dos pés.


Dons de santificação

Dom da fortaleza:
O dom da fortaleza, também chamado "dom da coragem", imprime em nossa alma um impulso que nos permite suportar as maiores dificuldades e tribulações, e realizar, se necessário, atos sobrenaturalmente heróicos. A esse dom se opõe a timidez, que é o temor desordenado; e também aquele comodismo que impede de caminhar, de querer dar grandes passos.

Dom da piedade: O dom da piedade é auxiliado por duas virtudes teologais: a da esperança e a da caridade. Pela virtude da esperança participamos da execução das promessas de Deus e, pela virtude da caridade, amamos a Deus e ao próximo.

Dom da sabedoria:
Quando o Senhor nos dá uma palavra de profecia, de ciência, de discernimento ou qualquer revelação, temos de procurar discernir se aquilo que recebemos deve ser dito, quando deve ser dito e como deve ser dito. Porque alguns são afogueados. Receberam um dom, uma palavra de profecia, e a pessoa é tão apressada que já quer dizer. Mas você perguntou ao Senhor se essa palavra de profecia deve ser comunicada?

Dom do conhecimento: É pelo dom do conhecimento que nos é concedido conhecer o verdadeiro valor das criaturas em relação ao seu Criador. Nós sabemos que o homem moderno, justamente por causa do desenvolvimento das ciências, é exposto particularmente à tentação em dar uma interpretação naturalista ao mundo. Isto acontece especialmente quando se trata de riquezas, prazer e de poder, os quais realmente podem ser obtidas das coisas materiais.

Dom do conselho:
O dom do conselho, também chamado "dom da prudência", nos faz saber pronta e seguramente o que convém dizer e o que convém fazer nas diversas circunstâncias da vida. É um dom de santificação que nos faz viver sob a orientação do Espírito Santo. Por ele, o Paráclito nos fala ao coração e nos faz compreender o que devemos fazer. Agimos sem timidez ou incerteza. Pelo dom do conselho, falamos ou agimos com toda confiança, com a audácia dos santos.

Dom do entendimento:
O dom do entendimento, também chamado "dom da inteligência" ou "dom do discernimento" (diferente do discernimento dos espíritos), nos dá uma compreensão profunda das verdades reveladas, sem contudo nos revelar o seu mistério. Só teremos plena compreensão do mistério quando estivermos face a face com Deus. Por meio deste dom passamos a nos conhecer profundamente e a reconhecer a profundidade de nossa miséria.

Dom do temor a Deus: O temor de Deus é um dom do Espírito Santo que nos inclina ao respeito filial ao Pai e nos afasta do pecado. Este compreende três atitudes principais: o vivo sentimento da grandeza de Deus e extremo horror a tudo o que ofenda sua infinita majestade; uma viva contrição das menores faltas cometidas; e um cuidado constante para evitar ocasiões de pecado.

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?tit=Dons%20do%20Espirito%20Santo&cod=2302&sob=6393

terça-feira, 14 de abril de 2009

Feliz Páscoa Atrasada....


Pois é pessoal, nem tive tempo de desejar Feliz Páscoa pra vocês no dia...
Eu estava no interior e não teve como, mas de todo coração, uma Feliz Páscoa para todos. Que a alegria e a paz do Cristo ressuscitado possa invadir sua casa e sua penatrar no seu coração e no de sua família.
Abraços!

domingo, 5 de abril de 2009

Ser santo de calça jeans

Mais do que nunca, o mundo precisa de uma revolução para que ocorra evangelização. e cabe aos jovens tomar a iniciativa. A Renovação Carismática Católica surgiu em um momento muito oportuno na história da Igreja Católica. Você que é jovem, é hora de mudar!
Leia esta riquíssima formação de Adriano Gonçalves, que apresenta o programa REVOLUÇÃO JESUS na Canção Nova, que mostra como podemos ser santos de calça jeans...

Formações

Imagem de Destaque

Ser santo de calça jeans

A coragem de tomar decisões definitivas

Ser jovem é muito bom. É nessa fase da vida que nossos sonhos desabrocham, é nessa fase da vida que queremos mudar tudo e todos.

Uma fase de fazer a diferença!

"Deus faz a diferença. Mais ainda: Deus nos faz diferentes, nos faz novos" (Bento XVI).

Unir minha jovialidade à certeza de que Deus está comigo é totalmente possível, Ele não me tira nada, pelo contrário, me dá tudo! Ele se faz meu amigo no presente e tem a minha história na Sua mão: nela segura firmemente o meu passado, com as fontes e os alicerces do meu ser; nela guarda ansiosamente o futuro e me faz vislumbrar a mais bela alvorada de toda a minha vida. É com essa mão forte que conto quando caio e não quero ficar largado no chão. Ele tem a voz que ecoa no silêncio do meu coração me acordando para a vida.

"Quando o jovem não se decide, corre o risco de ficar uma eterna criança!" (Bento XVI).

Não quero ser criança, quero crescer! Quero me decidir! Hoje me decido a ser santo! Santo de calça jeans.

Tomo a coragem de ter decisões definitivas porque sei que, na verdade, são as únicas que não destroem a minha liberdade, mas criam a justa direção, possibilitando-me seguir em frente e alcançar algo de grande na vida. Algo que me é garantido!

A vida eterna!

Dentre todas as minhas decisões! Encontra-se esta:

Quero ser santo de calça jeans.

Quero estar no mundo; e saber saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não quero ser mundano! Sou cristão! Sou católico! E me decido a amar esta Igreja que é viva e é jovem!

E você, qual a sua decisão?

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11398

quarta-feira, 25 de março de 2009

Obrigado Por Estar Aqui - Rosa de Saron

Hoje fui à varanda de minha casa e comecei a admirar as maravilhas que Deus fez em minha vida. E O vi. O vi na brisa suave que me arrepiou, O vi na beleza das flores, O vi nas pessoas que passavam pela rua e, principalmente, O vi dentro de mim. E nisso, escutei esta música de Rosa de Saron que me fez refletir sobre tudo isso e me entregar na oração que ela propunha. Aqui está a letra que hoje me fez mais próximo de Deus...


Obrigado Por Estar Aqui

Rosa De Saron

Composição: Guilherme de Sá (Rosa de Saron)

Quantas vezes eu quis tão longe buscar que nunca
percebi..
Por tantos lugares passei, mas afinal Você sempre
esteve aqui

Quantas vezes eu quis por um instante Te fazer feliz?
Seja com minha voz, meu louvor, meu amor
Meu coração se agita quando Você me olha assim, tudo
que eu tenho é Você

(Refrão)
Mesmo fraco, em pedaços, eu prefiro Te dizer,
Obrigado por estar...
Ao Teu lado, me refaço, eu preciso ter Você,
Obrigado por estar aqui

Quantas vezes errei, mas no final permaneceu o amor,
Renasceu em mim a força da cruz
E eu já não sei mais o que é viver um dia sem Você,
Faz parte do meu ser...

Quando o sofrimento bater à sua porta...



Olá leitores do meu blog...

Vim hoje dar a vocês uma dica de leitura: "Quando o sofrimento bater à sua porta" de Pe. Fábio de Melo.
Estou lendo e descobrindo, por meio deste livro maravilhoso, como tirar o melhor dos meus limites e sofrimentos e como utilizá-los como fonte de aprendizado e sabedoria. Nele, Pe. Fábio enfoca as mazelas das culpas e dos sofrimentos que provém de nossas próprias escolhas ou do livre arbítrio das outras pessoas e nos faz refletir sobre o jeito como enfrentamos nossos sofrimentos.
Estou gostando muito e espero que vocês também gostem...

sábado, 21 de março de 2009

Vamos exercitar nosso autodomínio?

Uma linda formação feita pelo nosso querido Pe. Leo (in memorian) em seu livro "Buscai as coisas do Alto". Leia e perceba como é importante o autodomínio nos dias de hoje.

Imagem de Destaque

Autodomínio

Devemos exercitar o domínio sobre nós mesmos

O futuro é o tempo que será construído por nós. O passado não volta e o presente, muitas vezes, é imutável. Mas se não tivemos a oportunidade de escolher nosso passado, podemos escolher e planejar nosso futuro. Com isso, vamos nos afeiçoando às coisas lá de cima.

Buscar as coisas do alto é caminhar para uma meta que sabemos que podemos atingir.

Deus está do nosso lado. O ser humano foi criado para dominar o mundo e as coisas do mundo. Deus o criou como parceiro. Temos o Espírito Santo que nos inspira e impulsiona para as coisas de Deus. Ele, que conhece as coisas do alto, nos ensina a amá-las e a gestá-las no coração.

Não adianta nada dominarmos as máquinas se as pessoas não conseguem se dominar. O primeiro domínio que devemos exercitar é o domínio sobre nós mesmos, sobre nossos desejos, acolhendo aquilo que está de acordo com as coisas do alto e rejeitando tudo aquilo que nos atrapalha na caminhada.

A certeza da morte e da vida eterna nos ajuda nesse processo. O medo da morte ou a tentação de se achar imortal, vivendo como se a morte não existisse, é uma das grandes causas da infelicidade humana. Não adianta amenizar a morte. Ela é a nossa única certeza. Sabendo disso, devemos canalizar nossa vida para valores que vencem a morte, que ultrapassam a morte, como Jesus fez e nos ensinou.

Essa certeza deve tornar-se também um parâmetro para que possamos julgar nossas ações, palavras e pensamentos. Se não sou eterno, o que tornarei eterno com minha vida? É preciso deixar marcas de eterno por onde passamos e com quem convivemos.

Buscar as coisas do alto é saber que essa meta é possível de ser alcançada. Não é fácil. Fácil é ir para o inferno, já que não exige esforço nenhum. As coisas de Deus são sempre difíceis, porque nos apegamos demais às coisas aqui da terra. Aliás, a dor maior que sentimos em nossas perdas é exatamente a dor do apego. Achamos que tudo é nosso e vivemos a ilusão de que tudo depende da gente.

Quando temos muita coisa para olhar e para cuidar, não olhamos para o essencial, aquilo que está além do óbvio.

(Artigo extraído do livro “Buscai as coisas do alto” do saudoso padre Léo)

Pe. Leo

quinta-feira, 19 de março de 2009

Ministério de arte CHRIST DANCE


Olá pessoal.

Vim aqui pra divulgar um pouquinho do grupo de arte que participo. Ele se chama Christ Dance e faz parte do movimento da Renovação Carismática Católica (RCC) junto com o Grupo de oração Sagrada Família da paróquia São Sebastião da cidade de Araçagi.
Hoje, além da dança, o ministério tem como slogan "Em missão de Resgate", e busca resgatar os jovens para a igreja. Temos encontros espirituais todos os domingos e você está convidado a participar.
Também fazemos apresentações fora da paróquia. Se você quiser que o nosso grupo dance na sua paróquia, basta entrar em contato pelo telefone (83)3274-1523 com o nosso coordenador Walckimer.
Será um prazer desenvolver um trabalho de evangelização na sua paróquia. Abaixo, estão alguns vídeos de nossas apresentações.

terça-feira, 10 de março de 2009

Sobre a decisão de Dom Aldo...


Olá leitores do meu blog...

Estou aqui para falar de um assunto muito divulgado pela mídia paraibana: o fato de Dom Aldo ter suspendido Couto de suas atividades eclesiásticas, como punição ao fato dele ter declarado em entrevista que era a favor da camisinha como questão de saúde pública e contra o celibato e a homofobia.

Eis o que está em questão:
- Será que Dom Aldo tomou esta decisão por razões políticas?
- Será que Dom Aldo é um homem ultrapassado e conservador ao extremo?
- Será que Dom Aldo tomou uma decisão precipitada?

Na minha concepção, nenhuma dessas questões se aplicam a atitude que o Arcebispo da paraíba teve ao tomar tal decisão.

Primeiramente, todo aquele que é católico e conhece a doutrina da igreja católica sabe que ela é completamente contra a camisinha. Se a doutrina é assim, cabe aos fiéis tomarem a decisão de segui-la ou não. Porém, a doutrina não vai mudar. Existem explicações para que a Igreja não permita a utilização de camisinhas (clique aqui). Sendo doutrina, ela deve ser respeitada. Como um indivíduo, representante de uma ordem, doutrina ou religião, pode se voltar contra ela e permanecer exercendo o papel de representante? Se ele é contra ou tem sua própria opinião, tudo bem, mas que fique só para si ou que discuta apenas com o seu Bispo. mas se ele torna público sua opinião, torna-se inviável que permaneça exercendo as atividades da doutrina até que a situação seja resolvida.

Portando, a decisão mais óbvia, sensata e correta que se poderia tomar nessa situação era interrromper imediatamente as atividades do indivíduo, a fim de que se fosse resolvido o assunto. Ou seja, Dom Aldo simplismente cumpriu seu papel como Arcebispo. Se se quer discutir a situação, que vá até o Papa falar com ele. Mas tenho a certeza de que mesmo assim não resultará em nada. De acordo com a Igreja, Dom Aldo está coberto de razão. E na minha opinião também!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Ser um novo Homem em Cristo!


Estamos vivendo, na Igreja católica, o tempo da quaresma.

Este tempo liturgico é destinado a reflexão dos nossos atos e conversão dos nossos pecados, a fim de podermos viver a páscoa com o coração renovado.

Não que não devamos fazer isto em todos os momentos de nossas vidas, mas a páscoa é a principal festa da Igreja católica e devemos festejá-la com tudo o que temos de bom, deixando o que é mau para trás.

São quarenta dias de reflexão, jenjum e oração. Reze pelas pessoas que você ama. Reze por aquelas que te odeiam. Peça a Deus que lhe dê sabedoria para viver na sua justiça. Abra seu coração para Ele e deixe que aja na sua vida. Vamos fazer uma corrente de Oração por todos os brasileiros qu hoje vivem nas ruas, esquecidos pela sociedade. Mas mais do que pedir a Deus, vamos fazer alguma coia por eles também. Quaresma também é tempo de fratenidade. Vamos tornar a vida de um filho de Deus mais feliz.

Enfim, que todos possamos nos abster do pecado e procurar viver a santidade mais do que nunca, pois o amor de Deus está a espera do nosso sim a todos os momentos.

Um Abraço!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Diário de Maria

Um lindo vídeo para você se emocionar...

domingo, 1 de março de 2009

Insatisfação, frustração ou carência: Justificativas que levam ao prazer desenfreado

Ai está uma formação que pode mudar a vida de muitas famílias.
Leia com atenção:

Formações

Imagem de Destaque

Insatisfação, frustração ou carência

Justificativas que levam ao prazer desenfreado

Se pararmos diante dos noticiários veiculados pela TV, certamente iremos deparar com inúmeros acontecimentos tristes envolvendo a nossa juventude. Nesse momento, cabe aí um olhar de espanto, de medo, que apresenta uma visão deficiente acerca do entendimento para esclarecer procedimentos tão animalescos; ao mesmo tempo, irresponsáveis, imaturos, agressivos e preocupantes, considerando que os jovens de hoje serão os homens e mulheres de amanhã.

O que esperar dos nossos jovens? O que esperar de pais tão permissivos, despreparados para educar, frágeis diante da notícia desagradável de que perderam um filho por overdose; que perderam um filho por acidente automobilístico devido à embriaguez; que perderam um filho assassinado devido a acertos de conta de drogas? Que perderam um filho violentado sexualmente ou que simplesmente o perderam por conta da ausência, da falta de tempo, da falta de atenção, de forma que, ao não encontrar nada disso em casa, saiu à procura e foi encontrado pela morte prematura, que choca, entristece, questiona, causa até mesmo cobrança interior pelos pais: “Onde foi que eu errei? Por que isso foi acontecer logo com o meu filho?” E agora, Sr. José? E agora, Sr. Manuel? E agora, Dona Marta? E agora, pais e mães?

O momento requer reflexão, precisamos repensar o porquê de tantas vidas ceifadas prematuramente. É preciso, sim, buscar na família a causa e a solução para esse problema. A insatisfação, a frustração e a carência afetiva justificam, hoje, a grande busca dos jovens pelo prazer desenfreado, a ponto de, a bordo de um navio, esquecerem-se dos limites que regem a vida saudável de um ser humano e viverem o desequilíbrio através da prática do sexo, do consumo de bebidas e drogas, tudo para buscarem a falsa felicidade, o carinho que muitas vezes foi substituído por coisas, futilidades, vaidades. Com a idéia de que em alto-mar vale tudo, até mesmo se afogar na promiscuidade deixando que as insatisfações, frustrações e as carências sejam levadas pela correnteza dos "embalos" e das "orgias". O que importa é experimentar outro, outra e mais outro e mais outra, sem maiores preocupações.

É o hoje vivido de forma errônea, que certamente apresentará os seus reflexos e consequências, seja através de uma morte prematura, seja através de uma doença sexualmente transmissível ou de outras doenças que o excesso de álcool e drogas causa à saúde humana, ou ainda de uma gravidez indesejada, de um aborto provocado pela pílula do dia seguinte e de mais sabor amargo na vida: a sensação de mais uma vez ter sido apenas usado (a). Até quando, atônitos, vamos assistir passivamente a tudo isso?

Mesmo que a nossa juventude esteja a bordo de navios que poderão levá-los e não mais trazê-los em terra firme, é preciso que nós pais ofereçamos a eles o equilíbrio próprio de quem está solidificado nos valores morais e cristãos. Sem essa formação, como que pisando em areia movediça, nossos filhos vão afundar no mar das ilusões, machucando-se, morrendo e matando a esperança de uma nova civilização.

Irani Florêncio Balduino da Silva
iraniflorencio@bol.com.br - Com. Canção Nova

26/02/2009 - 07h00

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Reflita

Esta é uma formação que acabei de ler no site da Canção Nova e achei muito interessante. Leiam com atenção e reflitam:

Imagem de Destaque

A máscara mundana de 'sexo seguro'

A meta do slogan é aumentar a promiscuidade sexual

Num cartão-postal li: “Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência 2008 incentiva o conhecimento sobre contracepção responsável e moderna”. Pasmem! Nesse anúncio supõe-se como natural que a adolescente esteja “mantendo relações sexuais” e o que ela precisa saber são os métodos sobre contracepção responsável e moderna.

Essa propaganda é só mais uma peça do “teatro” – para não usar palavra mais forte – que estamos vivendo como sociedade. A primeira pergunta que me veio ao ver esse cartão-postal foi esta: como proclamar e viver o plano divino para o homem e a mulher, chamados desde “o princípio” à íntima comunhão interpessoal da “unidade de dois”, quando o slogan mais famoso que temos referente à sexualidade é “sexo seguro”, como se o aspecto mais importante da união sexual fosse não contrair doença ou prevenir uma nova vida? Não quero aqui tratar das mentiras “técnicas” desse slogan. Quero tratar aqui do seu aspecto moral. Para isso devemos responder:

• Qual é a imagem do homem e de mulher...

• Qual a meta...

• E qual o resultado que este tipo de slogan esconde?

A imagem transmitida pelo slogan é que o homem e a mulher são “puro instinto”, e que ao “não conseguir se segurar” frente ao estímulo provocado pelo “outro” devem estar “prevenidos” para uma relação casual, daí a necessidade de levar a camisinha no bolso e a pílula na bolsa. Fica claro entender por que a preocupação fundamental é a “prevenção de doença" – ou gravidez (que também é tratada como “doença”) – já que não se consegue ensinar o que é realmente a relação sexual e que os jovens (e adolescentes!) “não conseguem se segurar”, pelo menos se tapeia, fingindo que se ajuda distribuindo preservativos e pílulas.

A imagem do homem e da mulher no plano divino é bem oposta a essa. Ela afirma que o ser humano é um ser livre, e que diferente do animal, ele pode e deve escolher. Aliás, quando Adão viu e deu nome a todos os animais, entre eles não encontrou “alguém” para entrar em “comunhão”, para estabelecer relações interpessoais. Além dos detalhes referentes ao caráter mítico do relato, encontramos em Gênesis a verdadeira essência do homem: ele é feito para alguém, para a mulher e daí a eloquente frase que resume a alegria e a exultação dele: “agora sim, osso do meus ossos, carne da minha carne” (Gn 2, 23). Deus criou o homem e a mulher “a Sua imagem”, e o Senhor é uma eterna comunhão de amor de três Pessoas divinas. Vislumbramos assim a nobreza do ser humano e do seu chamado a refletir esta imagem precisamente na união de “uma só carne”, isto é, na união pela qual o esposo e esposa renovam o amor total, fiel, exclusivo e aberto à vida que prometeram em suas Bodas. Por isso, fora do matrimônio, a união física se priva das qualidades do amor autêntico e manifesta assim uma falsa linguagem do corpo (Cf. Audiência de João Paulo II, 22 de agosto de 1984).

A meta do slogan “sexo seguro” é aumentar a promiscuidade sexual. E pelo aumento da gravidez de crianças e adolescentes podemos comprovar essa triste realidade. Lógico que toda a culpa não recai só nessa campanha nacional do governo ou em outras parecidas a essa. Toda a nossa anticultura tende para isso: músicas pornográficas sendo cantadas por bebês; novelas como o alimento diário das famílias; uma ditadura da moda que faz com que as mulheres se vistam como prostitutas... Se isso é plantado diariamente, o que queremos colher? Uma geração heroica ou uma geração doentia?

A meta da união conjugal no plano divino é uma meta inscrita no próprio corpo – masculino e feminino – que exige uma entrega consciente e livre de toda a pessoa e não somente de sua genitalidade. Separar a pessoa da sua sexualidade é reduzi-la, tornando-a simplesmente um objeto para satisfazer um desejo concupiscente, isto é, um mau desejo. Por isso, para que uma união conjugal seja autêntica é necessário um amor maduro, um amor que saindo do seu “eu” aceite ser total e irrevogavelmente do “outro”. Um amor, nas palavras de João Paulo II, que reconheça o “significado esponsal do corpo humano”, isto é, a sua capacidade de expressar amor, precisamente aquele amor no qual a pessoa se torna um dom e – por meio desse dom – realiza o sentido completo de seu ser e de sua existência” (Audiência de João Paulo II, 16 de janeiro de 1980). Mas alguém só pode se tornar um “dom” à medida que se possui, por isso sem o autodomínio não há amor verdadeiro.

O resultado que o slogan “sexo seguro” produz é uma geração escrava de si mesma, pois “a paixão se manifesta a si mesmo como uma insistente tendência em direção à satisfação dos sentidos e do corpo (separada da pessoa). E a satisfação, de acordo com o homem dominado pela paixão, busca extinguir o fogo, mas ao invés disso, não alcança as fontes da paz interior... o homem que está ocupado em satisfazer os seus sentidos não encontra descanso nem encontra a si mesmo, mas pelo contrario “consome a si mesmo” (Audiência JPII, 10 setembro de 1980).

O resultado do plano divino é que o homem e a mulher possam ver o seu corpo orientado interiormente pelo ‘dom sincero’ da pessoa, revelando um valor e uma beleza que ultrapassam a dimensão simplesmente física da ‘sexualidade’, e nesta doação se realizarem como pessoas, ao reconhecer no outro um ser único e irrepetível: alguém escolhido pelo eterno Amor (Cf. Audiência de João Paulo II, 16 de janeiro de 1980).

Ah! Se o Plano Divino fosse o fundamento da imagem, da meta e do resultado buscado num slogan de campanha nacional, como este slogan seria diferente!

fonte: www.teologiadocorpo.com.br

Julie Maria

18/02/2009 - 08h20